
Você já deixou de rir alto com medo de escapar?
Perder urina não é da idade, não é o preço de ter sido mãe e não é algo com que você precise aprender a conviver. Existe tratamento — e ele acontece sentada, vestida, em 28 minutos.
- Sem cirurgia
- Sem agulhas
- Sem dor
- Sem afastamento


- Tecnologia EMSELLA®campo eletromagnético focado (HIFEM)
- 28 minutosvocê permanece totalmente vestida
- Sem afastamentovolta à rotina no mesmo instante
- Avaliação médicaindicação individual, com a Dra. Raquel Mathias
Não é só sobre xixi. É sobre tudo o que você parou de fazer.
Aos poucos, você foi organizando a sua vida em volta do problema. E nem percebeu o dia em que isso virou rotina.
“Eu mapeio onde tem banheiro antes de sair de casa.”
“Aprendi a rir de boca fechada. Às vezes seguro o riso.”
“Uso absorvente quase todo dia, mesmo sem estar menstruada.”
“Troquei o treino que eu amava por outro. Depois parei de treinar.”
“Evito viagem longa, fila, show, avião.”
“Na intimidade, eu me sinto diferente do que já fui.”

Se você leu essa lista e pensou “é exatamente assim”, você não está exagerando — e não está sozinha. Cerca de uma em cada três mulheres convive com perda urinária em algum momento da vida. A maioria nunca conta para ninguém. Nem para o médico.
Te disseram que era da idade. Na verdade, é um músculo.
O assoalho pélvico é uma rede de músculos que sustenta a bexiga, o útero e o intestino. É ele que segura o xixi quando você tosse, ri ou levanta peso — e é ele que participa da sua resposta sexual. Como qualquer músculo do corpo, ele enfraquece. E quando enfraquece, cede.
Gestação e parto
nove meses sustentando peso sobrecarregam a musculatura. Inclusive em quem teve cesárea.
Queda hormonal
o estrogênio sustenta colágeno, mucosa e qualidade muscular. Quando ele cai, tudo cede junto.
Perda de massa muscular
o assoalho pélvico envelhece como qualquer outro músculo. E é o único que quase ninguém treina.
Por que os exercícios em casa não resolveram
- 01
Você provavelmente contrai o músculo errado.
A maioria das mulheres contrai o glúteo, o abdômen, prende a respiração — ou faz força para baixo, o que piora o quadro.
- 02
O volume é pequeno demais.
Uma sessão de exercícios voluntários soma cerca de 100 contrações. É pouco para reverter anos de enfraquecimento.
- 03
Ninguém olhou os seus hormônios.
Na menopausa, a queda do estrogênio e a perda de massa muscular acontecem juntas. Tratar só o músculo é resolver metade.
Perder urina é comum. Mas comum não é a mesma coisa que normal.
Você senta, vestida. O músculo faz o treino.
A Emsella é uma cadeira que emite um campo eletromagnético focado. Ele atravessa a roupa e a pele — sem calor e sem dor — e alcança as fibras profundas do assoalho pélvico, provocando contrações involuntárias na intensidade e na profundidade corretas.
Em uma única sessão de 28 minutos são até 11.200 contrações. Nenhum exercício voluntário chega perto disso. E como a contração é induzida pelo equipamento, o resultado não depende de você acertar a técnica.
- 28minutos por sessão
- 11.200contrações por sessão
- 6sessões, em média
- 2xpor semana
Protocolo médio. O número de sessões é definido individualmente, na avaliação.



Tecnologia HIFEM® — contrações profundas, sem esforço voluntário.

O objetivo não é o exame. É a sua liberdade.
Rir sem susto
tossir, espirrar e gargalhar sem calcular as consequências.
Voltar a treinar
correr, pular e levantar peso sem medo do escape.
Dormir a noite inteira
menos idas ao banheiro de madrugada.
Sair sem planejar
viagem, fila e show sem mapear banheiro.
Guardar os absorventes
parar de usar proteção “por garantia”.
Se reencontrar
mais tônus, mais sensibilidade, mais confiança na intimidade.

Na minha clínica, a cadeira nunca vem sozinha.
O assoalho pélvico é músculo — e músculo depende de hormônio, de massa magra e de saúde metabólica. Na menopausa, a queda do estrogênio e a perda de massa muscular acontecem ao mesmo tempo. É por isso que tantas mulheres percebem os escapes justamente nessa fase.
Tratar apenas o músculo, sem olhar o restante, é resolver metade do problema. Por isso, antes de indicar qualquer sessão, eu avalio você por inteiro.
- Avaliação do perfil hormonal e da fase em que você está
- Saúde metabólica, massa muscular e composição corporal
- Saúde íntima, mucosa e microbiota vaginal avaliadas em consultório
- Hábitos que sobrecarregam o assoalho: intestino, tosse, tipo de treino
- Plano individual — a Emsella entra quando faz sentido para o seu caso
Estamos juntas nessa jornada.
Sua sessão em 4 passos
Passo 01Avaliação comigo, primeiro
Ninguém senta na cadeira sem consulta. Definimos se a Emsella é indicada para o seu caso e quantas sessões você vai precisar.
Passo 02Você senta vestida
Venha com roupa leve e sem metal — legging, malha ou vestido — e com a bexiga vazia. Não há troca de roupa e nem exposição.
Passo 0328 minutos sentada
Você sente um formigamento e a musculatura contraindo sozinha. Não dói, e a intensidade é ajustada para você. Pode ler ou mexer no celular.
Passo 04Vida normal na sequência
Sem repouso e sem restrição. Você levanta e volta para a rotina no mesmo instante.
A Emsella é indicada para você?
Costuma ser indicada para:
- Perda de urina ao tossir, espirrar, rir ou se exercitar
- Vontade urgente de urinar e idas frequentes ao banheiro
- Mulheres no pós-parto, incluindo cesárea
- Perimenopausa, menopausa e pós-menopausa
- Sensação de peso, flacidez ou queda de sensibilidade na região íntima
- Pós-operatório de cirurgias ginecológicas, com liberação médica
Precisamos avaliar antes se você:
- Está grávida ou com suspeita de gravidez
- Usa marca-passo, desfibrilador, neuroestimulador ou bomba de insulina
- Tem placas, parafusos ou prótese de quadril
- Usa DIU de cobre
- Está com infecção urinária ou vaginal ativa
Essas situações não significam que não há solução — significam que precisamos conversar antes.
O que as pacientes mais me perguntam
- Não. A sensação é de formigamento e de contrações musculares involuntárias na região íntima. É diferente do que você está acostumada, mas não dói — e a intensidade é ajustada para você durante toda a sessão.
- Não, em nenhum momento. Você permanece vestida do início ao fim, sem exposição e sem exame íntimo durante a sessão.
- Em média 6, duas vezes por semana. Casos mais avançados podem precisar de mais. O número é definido na sua avaliação.
- Muitas pacientes percebem diferença já nas primeiras sessões, e os resultados continuam evoluindo nas semanas seguintes ao fim do protocolo. Isso varia de pessoa para pessoa.
- Não. Não há anestesia, repouso ou restrição. Você sai andando e retoma o dia normalmente.
- Sim — e essa é justamente uma das fases em que mais indicamos. Nesses casos, avaliar e cuidar do quadro hormonal potencializa bastante o resultado.
- Serve. A própria gestação, independentemente da via de parto, já sobrecarrega o assoalho pélvico por nove meses.
- Não substitui: potencializa. E, como devolve a consciência da região, costuma fazer você executar os exercícios muito melhor depois.
- O assoalho pélvico responde como qualquer músculo: o ganho se mantém com estímulo. Por isso orientamos manutenção e cuidados contínuos.
- Com DIU hormonal, em geral sim. Com DIU de cobre, não — por ser um dispositivo metálico. Confirme o seu tipo na consulta.
Você merece se sentir bem no seu corpo.
Cuidar do assoalho pélvico não é vaidade. É saúde, autoestima e liberdade para viver cada fase com leveza. O primeiro passo é uma conversa.
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